Primeira definição: a imagem deveria possuir uma folha de planta, o que é bastante óbvio. Em seguida, que um caderno ou livro também cairia bem.
Cores: poucas; desejava uma leveza, sem ruído na informação. Testei várias, como se pode ver nas imagens abaixo. Decidi que unicamente verde daria impressão de um trabalho com jardinagem, agricultura ou botânica e exclui esta possibilidade, até porque já existem muitos logotipos deste tipo. Tentei trabalhar com verde, azul e vermelho, mas ficou “carregado”.
Estilo: poucos traços, pois a simplicidade é característica marcante da proposta Perene Folha (sobre o nome, clique aqui).
Finalmente, considerando a motivação da criação deste espaço, a gratidão, o cristianismo e a busca pela verdade, surge a figura de uma oliveira: há belas passagens bíblicas com Jesus caminhando entre elas e sobre a importância dos seus produtos (azeite); existem muitas destas plantas centenárias, casando com a noção de perenidade. O verde desta árvore é mais sóbrio e a coloração dos seus frutos apresentam variações e chegam ao roxo. Perfeito, duas cores que satisfazem o meu gosto!
Criei dois logotipos: um apenas com o desenho, simples (o preferido) e outro um pouco modificado, adicionando apenas a palavra perene, pois considerei excessivo usar o nome completo e visualmente não consegui agradar-me das combinações – posicionamentos – que gerei.
Na sequência, parte das ideias até chegar ao resultado satisfatório. O processo foi longo: de maio de 2021 a fevereiro de 2022.
Cores sóbrias e lembrando letra cursiva (forma de escrita de minha preferência). Pareceu-me transmitir uma ideia muito filosófica.
Trabalhei o azul e o verde (azul caneta esferográfica) e a letra P como uma folha. O livro ficou “pesado”.
Inseri folha pautada envelhecida na ideia anterior. As cores azul, preta e vermelha remetiam às canetas esferográficas. Ficou grosseiro e com característica exclusivamente pedagógica.
Gostei, entretanto, passa certa formalidade e um peso de conteúdo (filosófico, literário e religioso).
Miniaturas nas cores que rondavam – e ainda rondam – meus pensamentos. Usaria uma cor para cada tema tratado no blog.
Esta quase foi a arte final! A folha lembra a proposta anterior e sugere o estilo Art Déco. Pude trabalhar o azul, o vermelho e o verde, como desejava; o P estilizado lembra uma folha e também uma pena de pavão; o ar Art Déco da fonte e das formas geométricas lembra o passado. Por que não usei? Devido ao passado transmitido ter muita artificialidade e remeter a um período que trouxe muitas mudanças negativas à humanidade. A aparência não passa um espírito de perenidade e há concupiscência implícita (ou explícita mesmo).
Arte final com parte do nome: duas cores principais com o P estilizado recebendo iluminação dourada vinda do alto; as cores foram inspiradas nas oliveiras e em seus frutos (sim, há simbolismo).
Selo final, a assinatura. Espero que fale por si.
P. F. (18 fev. 2022).
Quando criança eu desenhava bastante e até criava minhas tintas: quebrava as pontas dos lápis coloridos, pegava uma tampinha de garrafa com água e diluía, fazendo uma bela meleca!
Uma vez arrombaram nossa casa e a reviraram toda, inclusive minha maleta de desenhos (uma pasta de couro velha que era do meu pai). Como fiquei chateada! Os anos passaram… No período corrido da faculdade, mestrado e concursos, o desenhar ficou para lá.
Então, no segundo semestre de 2019, em meio a um período de solidão, retomei o hobby e ainda ousei na brincadeira: ‘Vou praticar aquarela!’
Até hoje uso um kit de aquarela escolar, assim como os lápis aquareláveis e outros instrumentos/acessórios. Graças a Deus resolvi retomar a prática do desenho e da pintura, porque além do relaxamento que proporcionam, pude refletir bastante, acalmar a alma e ainda alegrar pessoas próximas com meus rabiscos (presenteei amigos e familiares).
Deixo imagens de minhas primeiras aquarelas abaixo, todas do final de 2019.
Motive-se!
Cachorrinha do papai.
Buldogue do irmão.
Fanart baseada na bela capa de O Hobbit, de
TOLKIEN.
Vovó e sua cachorrinha!
Um cartão de Natal.
P. F. (14 fev. 2022).